Opinião

Saúde: linha direta com Ouvidoria é aprovada em 1ª votação

Foi aprovado na semana passada, em primeira votação na Câmara Municipal o projeto de lei 339/2013, de minha autoria. O documento dispõe sobre a instalação de um telefone com linha direta à Ouvidoria Central da Saúde em todas as unidades de saúde coordenadas pela gestão municipal.

Com isso, tenho a intenção de oferecer à população um canal gratuito para formalizar reclamações, sugestões, denúncias ou tratar de outros assuntos relacionados à saúde no município de São Paulo.

Como vereador da oposição, devo dizer que o caráter de meu projeto não esbarra no ranço partidário. Não se trata de apontar as falhas da administração do prefeito Fernando Haddad para contabilizá-las e realizar comparações. Problemas fizeram parte de todas as gestões municipais e continuarão fazendo. Minha intenção, pelo contrário, é ajudar na logística do trabalho diário.

Dar aos usuários do serviço facilidade no acesso à Ouvidoria é, certamente, um importante passo para aprimorar a qualidade do serviço prestado. E, claro, de agilizar a solução de problemas como falta de remédios, médicos ou mau atendimento.

Essa linha direta também pode ser usada para coibir maus hábitos de profissionais, como o de não cumprir a devida carga horária na unidade de atendimento. Casos do gênero foram denunciados em diversas cidades pela mídia.

Outro benefício do projeto de lei é a orientação que o governo recebe da população de modo a guiá-lo quanto à maneira correta de investir os recursos reservados à saúde. Isso porque ao saber das deficiências dos equipamentos pelos próprios usuários, a gestão pode empregar o dinheiro de modo a resolver tais carências.

O projeto ainda deve passar por nova apreciação dos vereadores na casa legislativa. Caso receba o aval, segue para sanção do prefeito.

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