São Paulo, 11 de dezembro de 2018

Covas participa do Gente que Fala

Na atração, vereador falou sobre expectativas pelo governo Doria e réveillon da Paulista, que não terá fogos barulhentos

O vereador Mario Covas Neto foi um dos convidados do programa Gente que Fala desta segunda-feira, 10, transmitido pela TV Aberta e apresentado pelo jornalista Zancopé Simões.

Entre os assuntos debatidos na atração, que contou ainda com a presença do deputado estadual Coronel Camilo e dos advogados Estácio Airton Moraes e Marcelo Dias Freitas, esteve a expectativa para o governo de João Doria, eleito governador de São Paulo nas eleições de outubro.

Covas, que não apoiou Doria no pleito, disse esperar que este faça um bom trabalho. “Minhas convicções pessoais foram diferentes das da maioria da população, mas não torço contra. Quero o melhor para a cidade, o estado e o país”, destacou.

Segundo o vereador do Podemos, Doria é inteligente e capaz de buscar pessoas de gabarito para comporem seu governo, mas pondera que as fortes convicções do novo governador, classificado pelo parlamentar como uma pessoa de muito sucesso, podem atrapalhá-lo. “Isso pode gerar prepotência. Às vezes é bom recuar, porque sua posição não tem respaldo suficiente. Meu receio é pela estabilidade política”.

Réveillon da Paulista

A novidade do réveillon da Paulista sem fogos barulhentos também foi abordada no programa. Recentemente, o prefeito Bruno Covas anunciou que a festa contará apenas com materiais que produzam unicamente o efeito visual.

O projeto que deu origem à lei sancionada no mês de maio e que proíbe o manuseio, a utilização, a queima e a soltura dos artefatos que produzem estampidos tem Mario Covas Neto como um dos autores. Este afirmou que a motivação inicial para a elaboração do projeto de lei foi o bem-estar de animais domésticos, que chegam até a morrer por conta do barulho dos fogos, mas conforme aprofundaram o estudo sobre o tema descobriu-se os prejuízos causados a idosos, crianças pequenas e autistas, entre outras parcelas da população.

O vereador disse saber que a fiscalização para que os efeitos da lei sejam cumpridos é difícil, mas conforme esta se propaga, maior é o alerta à população. “Faço um paralelo com a lei que instituiu o uso do cinto de segurança. Inicialmente as pessoas reclamaram, mas ganharam conscientização”, pontuou.

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